Bocados de Ar

Porque as palavras não passam de bocados de ar

domingo, agosto 10, 2003

Administrando

E o Popó, hein? Já estava quase torcendo pelo argentino. Tinha mais garra. Mesmo com aquele corte horroroso no olho esquerdo, de hemorragia constante, que o câmera, para meu desgosto, fazia questão de mostrar bem de pertinho. Aliás, se eu tivesse um corte daqueles no olho e um cidadão viesse com uma toalha para esfregar daquele jeito (como o técnico, assistente ou sei-lá-o-quê dele fez), acho que eu arrebentava a cara dele. Meu pai diz que "é porque eles só têm um minuto para limpar o sangue. Tem que ser rápido mesmo". A mim, não interessa. Aquilo deve doer.
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Mas, no fim, acabei vibrando com o nocaute que trouxe a vitória ao Popó. Fazer o quê? Coração verde-e-amarelo é uma merda...